Juliana Cardoso é a nova gestora da CATI – transparência e inovação para garantir a sustentabilidade no campo são as diretrizes da instituição


No dia 10 de janeiro assumiu a coordenação da CATI a engenheira ambiental Juliana Cardoso. É a primeira mulher a estar à frente do órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) responsável pela extensão rural e assistência técnica no Estado de São Paulo. Mas ela não quer falar de gênero, e sim de oportunidades que têm se aberto às mulheres e ao maior empoderamento delas. E afirma: “Na agricultura familiar e à frente de cooperativas e associações voltadas ao agronegócio as mulheres já vêm assumindo protagonismo”, afirma com orgulho.

Engenheira ambiental por formação, Juliana Cardoso é direta e objetiva e reafirma a posição que foi delegada a ela quando convidada pelo secretário Gustavo Junqueira a assumir a CATI. “Minha responsabilidade é ser uma gestora, responsável por entender a estrutura, ouvir as experiências acumuladas, mas também verificar os anseios do nosso principal público e procurar atendê-lo de forma a auxiliá-lo a produzir com sustentabilidade.

No caso, a sustentabilidade deve ser ambiental e econômica: “É preciso que o produtor paulista se torne um empresário do campo; nossos pequenos e médios agricultores já possuem uma consciência ambiental, dão valor ao que têm e querem que suas áreas continuem produtivas, para que haja continuidade da atividade nas próximas gerações. Precisamos auxiliá-lo, por meio da extensão rural, a adotar as melhores tecnologias e os melhores meios para crescer; para isso vamos não só dar continuidade, mas aumentar as parcerias e trabalhar em consonância com os demais órgãos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento”.


A nova coordenadora quer não só entender a demanda do mercado, mas também estar mais próxima do produtor para trabalhar a extensão rural de forma inclusiva e levando a cidadania ao campo. “Hoje, a preocupação não ocorre apenas com o saber produzir, mas como ter segurança no campo, como melhorar a infraestrutura, levar saneamento às áreas rurais, saúde, entre outras demandas. São essas as prerrogativas para uma agricultura sustentável; vamos encontrar os melhores modelos, não só no viés da continuidade, mas também da inovação”, afirmou a coordenadora.

A CATI tem uma grande capilaridade, é o órgão da SAA que tem a capacidade de chegar até aos mais diversos e distantes locais do rico e diferenciado Estado de São Paulo. É com essa diversidade e respeitando as diferentes demandas regionais que a CATI trabalhará nos próximos anos.


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