Cerimônia Deusa Ceres – AEASP homenageia os engenheiros agrônomos que mais se destacaram em 2015


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A Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo (AEASP), anualmente, homenageia os engenheiros agrônomos que mais se destacaram em suas áreas de atuação durante o ano anterior. O local escolhido para a Cerimônia Deusa Ceres, a deusa da agricultura, é a Agrishow. Este ano, o Troféu Deusa Ceres para o Engenheiro Agrônomo do Ano, coube a Aldir Alves Teixeira, Doutor em agronomia, membro e coordenador de Qualidade da Câmara Setorial do Café da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, que iniciou sua carreira na Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo (SAA), em 1960.

Além do troféu, desde 1991, são concedidas as Medalhas “Fernando Costa” para sete categorias, entre elas a pesquisa, defesa agropecuária e extensão rural. E, este ano, no dia 27 de abril, com auditório lotado, e na presença de ex-ministros, como Roberto Rodrigues, do secretário de Agricultura Arnaldo Jardim, com sua equipe de assessores, diretores e coordenadores de órgãos vinculados à SAA, o extensionista Antonio José Torres, atualmente lotado no Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes da CATI, Núcleo de Produção de Sementes de Araçatuba, foi um dos homenageados.

Toninho Torres, como é conhecido o mineiro que ingressou na CATI, assumindo a Casa da Agricultura de Araçatuba, há 32 anos, já atuou em diversas frentes, colaborando com a instituição. Mas, entre todas as atuações, duas são destaque: o início na Casa da Agricultura “onde acontece o maior trabalho de extensão rural” e, em 1997, na elaboração do primeiro Levantamento Censitário das Unidades de Produção Agropecuária do Estado de São Paulo, o Projeto LUPA. “Este Projeto tornou-se uma ferramenta de grande importância para a Secretaria (SAA), auxiliando no cálculo de área cultivada, nas amostragens para a obtenção das estatísticas agrícolas estaduais e na implantação das políticas públicas”, explicou Toninho Torres, que atuou na elaboração do projeto, na coordenação estadual dos trabalhos de campo e no sistema de Tecnologia de Informação (TI).

Mas, segundo sua irmã, a também engenheira agrônoma Salete de Fátima Torres Ishicava, “desde cedo ele já tinha o dom de auxiliar as pessoas, começou ajudando os pais, José da Costa Torres e Francisca Nazaré Torres, produtores rurais a cuidarem do sítio em Minas Gerais. Depois seguiu os passos da irmã mais velha que já cursava agronomia na Universidade Federal de Lavras, aí vieram outros dando início a uma família de engenheiros agrônomos.

                         


O maior orgulho dessa premiação, segundo Toninho Torres, é ter sido escolhido pelos colegas de profissão. “Toninho é um grande extensionista, ele criou instrumentos que facilitaram o trabalho de extensão. E o prêmio é uma emoção eterna, é um reconhecimento da classe agronômica pela atuação”, afirmou o engenheiro agrônomo Celso Roberto Panzani Filho, do Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes da CATI e presidente do Clube dos Agrônomos de Campinas, que também já foi agraciado com a “Medalha Fernando Costa”.

Outra colega a destacar a atuação e o espírito extensionista de Toninho Torres, foi a diretora da CATI Regional Jaboticabal, engenheira agrônoma Vera Lúcia Palla. “Todos nós nos sentimos honrados porque ao homenagear um extensionista da CATI essa homenagem se estende a todos nós. E eu espero que ele continue, com seu jeito calmo, mineiro, a contribuir com a instituição como vem fazendo ao longo dos anos”, afirmou Vera Palla, que além da diretoria da Regional Jaboticabal, também é responsável técnica pela Avaliação de Resultados do Projeto Microbacias II – Acesso ao Mercado, principal Projeto desenvolvido pela CATI.

Ao agradecer a homenagem, Antonio Torres lembrou a importância do trabalho de extensão rural executado pela CATI e se dirigindo ao secretário Arnaldo Jardim, em especial, frisou que “são nas Casas da Agricultura, perto do produtor rural, que as ações da Secretaria realmente acontecem”. Arnaldo Jardim enalteceu o trabalho e o empenho do técnico da CATI e de sua equipe, em diminuir a distância entre o conhecimento e produtor rural, que é uma das diretrizes do governador Geraldo Alckmin. “O pequeno agricultor é intenso do ponto de vista da atividade e produtividade. Ele deve estar à frente das inovações que surgem e o nosso compromisso é fazer com que a nossa produção agrícola seja cada vez mais eficiente, buscando inovação, que tenha excelência no trato com novas cultivares”, afirmou.

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