CATI Regional Presidente Venceslau organiza reunião técnica sobre o controle da mosca-dos-estábulos em Mirante do Paranapanema

No dia 13 de novembro, a CATI Regional Presidente Venceslau organizou uma reunião técnica que teve como objetivo principal o diagnóstico e controle da mosca- dos-estábulos na região. A reunião foi realizada em conjunto com a Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp), com o Sindicato Rural e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e teve a participação de produtores rurais e das usinas sucroalcoleiras dos municípios de Mirante do Paranapanema e Teodoro Sampaio, ambos da área de atuação da CATI Regional Presidente Venceslau.

O médico veterinário Cláudio Camacho, da CATI Regional Fernandópolis, foi um dos palestrantes convidados para o encontro. Camacho tem grande experiência sobre a atuação e proliferação da mosca-dos-estábulos e em sua apresentação abordou a fisiologia, o desenvolvimento e, principalmente, alertou sobre os focos de ataques da mosca-dos-estábulos no Estado de São Paulo. Após a apresentação, foram abertas as perguntas para que os produtores rurais, extensionistas da CATI presentes ao evento e representantes das usinas sucroalcoleiras pudessem esclarecer as dúvidas e debater o assunto.

       

O médico veterinário Frederico Trintin Vila Real, responsável pela Casa da Agricultura de Mirante do Paranapanema, foi o idealizador e organizador da reunião técnica e explicou que as ações como essa reunião técnica têm como foco, ajudar os produtores no controle e diagnóstico da infestação da mosca-dos-estábulos. “O objetivo é que os produtores identifiquem os focos e comuniquem tanto a usina quanto a Casa da Agricultura, para que as medidas possam ser tomadas. Há necessidade de agregar todos os envolvidos e que estão contribuindo para atacar o problema e encontrar a melhor solução”, afirmou o técnico.   

Felipe Melhado, diretor da CATI Regional Presidente Venceslau, relatou que infelizmente a mosca-dos-estábulos chegou à região. “Até pouco tempo não tínhamos relatos de ocorrência de infestações da mosca, mas há pouco tempo, devido ao mau manejo realizado pela usina em seus canaviais e ao encharcamento do solo com excesso de material orgânico, a mosca veio a proliferar e estamos registrando infestações. Então temos que nos reunir para atacar com eficiência esse problema”, frisou Melhado. “Como extensionistas, nosso papel é orientar o produtor rural trazendo a experiência da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, por meio da CATI. Cláudio Camacho tem se especializado no tema e nos trouxe informações importantes sobre esse problema, que está assustando o produtor rural, e as formas de prevenção, para que possamos promover uma ação conjunta”, finalizou o diretor.

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