CATI completa 49 anos de ações em prol do desenvolvimento sustentável da agropecuária paulista


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Em uma solenidade realizada no dia 20 de junho, a qual reuniu autoridades, convidados do segmento agropecuário e funcionários, a Coordenadoria de Assistência Técnica (CATI), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, comemorou 49 anos de atuação extensionista junto às famílias rurais paulistas e em prol do desenvolvimento rural sustentável. “O serviço público foi feito para atender às necessidades do público, e se manter com credibilidade junto ao público alvo de atendimento ao longo de 49 anos, como é o caso da CATI, é gratificante. Mas é preciso lembrar que o trabalho de extensão rural começou bem antes da formação da CATI, com os trabalhos das Casas da Lavoura e de departamentos, como o da Produção Vegetal. Hoje, podemos dizer que o trabalho da CATI vem transformando a vida de milhares de famílias ao longo de sua existência, tendo contribuído para o desenvolvimento da agropecuária paulista como geradora de emprego, renda e riquezas para o País. Por isso, neste dia de comemorações, quero deixar como mensagem que tenhamos fé em nosso trabalho, não esmorecendo ante às dificuldades, para continuar seguindo em frente como sempre fizemos”,  salientou José Carlos Rossetti, coordenador da CATI.

Durante o evento, que contou com a participação de cerca de 250 pessoas, de todas as regiões do Estado, o secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim, fez um balanço da representatividade da instituição, para o avanço do agronegócio paulista. “Em primeiro lugar, quero parabenizar a CATI pela elaboração do vídeo apresentado na abertura da solenidade, o qual mostrou os resultados do trabalho intenso realizado no último ano, sobre o qual muitas vezes não é possível ter noção da grandiosidade, pois acabamos olhando de forma pontual. Os conceitos praticados pela instituição estão em consonância com os recomendados pelo governador que são incentivar a produção rural harmonizada com o meio ambiente; olhar por todos e para todos, mas com um olhar destacado para quem mais precisa e merece: o agricultor familiar; produzir alimentos saudáveis e diminuir a distância entre conhecimento e a produção, pois a pesquisa precisa ter aplicação e ser levada pela extensão até o produtor. A CATI tem feito isso muito bem, se desdobrando, com um conjunto de técnicos apaixonados pelo que fazem e integram o conjunto que implementa ações que tem mudado a vida dos produtores para melhor”, afirmou o secretário, acrescentando: “desejo vida longa à CATI. Obrigado catianos pela dedicação e pelo respeito ao nosso produtor!”.


Ao completar 49 anos, a CATI, cuja fundação se deu com a reorganização administrativa da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura e de suas unidades internas, realizada em 1967, mostra que está inserida nas mudanças do cenário agropecuário mundial. Um vídeo elaborado pela equipe do Centro de Comunicação Rural (Cecor), apresentou as principais ações e os projetos realizados pela instituição entre 2015 e 2016, fazendo com que os presentes tivessem a dimensão da atuação da instituição junto aos produtores paulistas.

Antônio Cláudio Falchi, prefeito de Cândido Rodrigues, município pertencente à esfera de atuação da CATI Regional Jaboticabal, enalteceu o trabalho da instituição e dos extensionistas da Casa da Agricultura local. “Só posso elogiar o trabalho da CATI, pois ele é bom demais. Em nosso município temos sido beneficiados grandemente pela atuação de técnicos dedicados na Casa da Agricultura e na Regional de Jaboticabal, à qual nosso município está ligado. Por ser um município agrícola, formado por sítios pequenos, o fortalecimento da associação de produtores, pelo Projeto Microbacias II, a orientação técnica para ampliar e aprimorar a qualidade da produção de frutas no campo, a adequação de estradas rurais, que nos trouxe melhores caminhos, entre outras ações, foram fundamentais para a formação de um grupo de produtores motivados, que com o apoio da CATI tem alcançado resultados excelentes”.

Nesse contexto, de atuação ampla no agronegócio paulista, os colaboradores - técnicos e administrativos - têm tido papel fundamental para o sucesso das ações. Integrando o quadro técnico da instituição há 40 anos, Luiz Carlos Pagotto, diretor da CATI Regional Fernandópolis, fala do orgulho em trabalhar na instituição. “Minha vida profissional está ligada à CATI, pois tudo o que aprendi foi aqui, que considero a minha casa. Entrei em 1976 e, apesar de ter assumido logo depois a direção da Delegacia Agrícola, posso dizer que o mais marcante da minha trajetória na instituição foi o contato estreito com os produtores, no dia a dia das atividades. Por isso, deixo uma mensagem aos técnicos mais jovens: para ser extensionista é preciso gostar de gente, ter contato com o produtor, falar a mesma língua, levando novos conhecimentos, mas sempre respeitando as necessidades e o saber do produtor, cultivando um relacionamento de simplicidade e confiança”.

Júlio César Thoaldo Romeiro, 33 anos, egresso do último concurso realizado em 2008, já está colocando em prática a mensagem de Pagotto, mesmo sem ter ouvido as suas palavras durante essa entrevista. Quando terminou a faculdade, logo fez um mestrado para seguir a carreira acadêmica ou de pesquisas, mas, ao passar no concurso da CATI, iniciando os trabalhos em uma Casa da Agricultura, tudo mudou. “Ao ter contato direto com os produtores, pude colocar em prática o que aprendi na faculdade; assim meu foco mudou. Trabalhar na CATI tem me possibilitado ver que a produção científica é importantíssima, mas a extensão rural é primordial, pois trabalhamos com vidas. Se pudesse definir a CATI em duas palavras diria: orgulho e vanguarda, pois apesar das dificuldades e dos desafios diários, considero a CATI o melhor órgão de extensão rural do Brasil”, conta Júlio, diretor da CATI Regional Botucatu.

Funcionária da área administrativa há 37 anos, Evani de Oliveira Mantovan falou sobre sua experiência como catiana. “Trabalhar na CATI me traz um orgulho muito grande. Tive muitos obstáculos, cresci e aprendi muito ao longo da minha caminhada, estou me aposentando com a sensação de dever cumprido. Estar aqui, hoje, é uma emoção muito grande, pois pude ouvir relatos tão bons de produtores sobre o nosso trabalho; hoje percebi ainda com mais clareza que o que fazemos está chegando até os produtores em forma de benefícios que os fazem crescer e melhorar de vida. Tenho orgulho por ser funcionária da área administrativa, pois sei que o nosso trabalho é fundamental para a realização da extensão rural”.

Para encerrar as festividades, um coquetel de confraternização reuniu servidores, autoridades e produtores, em um momento de encontro e descontração, mostrando que todos estão alinhados no objetivo comum de promover a produção agropecuária paulista e empenhados na valorização do principal capital da instituição: as pessoas.


E para que esse momento de descontração e união pudesse acontecer, mais uma vez a parceria foi a palavra-chave. Mostrando reconhecimento ao trabalho da instituição, associações, cooperativas e entidades representativas da extensão rural contribuíram de forma abrangente, com seus produtos. Por isso a diretoria da CATI faz questão de agradecer: à Associação dos Assistentes Agropecuários do Estado de São Paulo, à Cooperativa de Vinho de Jundiaí, às Adegas Mazziero e Beraldo di Cale, à Cooperativa dos Agropecuaristas Solidários de Itápolis, à Associação dos Produtores Rurais do Sítio Lambari de Casa Branca, à Associação dos Produtores do Município de Itapeva, à Cooperativa Agropecuária de Tambaú e Região, à Associação Agrícola de Valinhos e Região, à Cooperativa Agrícola Nossa Senhora das Vitórias, à Associação dos Produtores Rurais de Louveira, à Cooperativa dos Fruticultores de Cândido Rodrigues e à Associação dos Produtores Rurais de Ibitinga. “Também agradecemos à equipe da CATI que preparou com esmero os defumados, embutidos e pães servidos no coquetel: Beatriz Cantusio, Denise Baldan, Alexandre Pereira, Elizabeth Ferreira, Meire Bege e José Roberto Beccaria”, finalizou o coordenador da CATI.


Durante a solenidade, secretário anuncia a atualização do Lupa e outras ações

Arnaldo Jardim aproveitou a oportunidade para fazer anúncios importantes, que terão reflexos na elaboração e no aprimoramento de políticas públicas voltadas aos agricultores, como o início da atualização do Levantamento Censitário das Unidades de Produção Agropecuária (LUPA), o censo agropecuário paulista. “Iremos aprofundar o sentido do sistema de municipalização; ampliar cada vez mais a integração entre os órgãos da Secretaria, para que os trabalhos e as atividades tenham mais sinergia e melhores resultados para o produtor; continuar apoiando os produtores que ainda não fizeram o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e nos empenharmos no desafio de implementar o Programa de Regularização Ambiental (PRA), entendendo que a CATI é o vetor decisivo para que isso aconteça. Por respeito à história da CATI, anunciamos durante as comemorações de seus 49 anos, que daremos início à atualização do LUPA que é um instrumento para “fotografar” a realidade da produção agropecuária paulista, visando à elaboração de um diagnóstico, que permitirá um maior planejamento e dará consistência às políticas públicas de apoio aos nossos produtores. Esse levantamento é primordial, principalmente neste momento, em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) anunciou que não irá realizar um censo agropecuário nacional”.



Homenagens

Para marcar a data, homenagens também fizeram parte da sessão solene. Na ocasião foram homenageados um jornalista, uma extensionista e ex-servidora da CATI e os produtores Valéria Gerbi e Valter Dezani, pela contribuição no desenvolvimento dos trabalhos da instituição e, também por sua atuação em prol do avanço da agropecuária, com foco no homem do campo.

O homenageado Tobias Ferraz, em mais de 30 anos dedicados à comunicação rural de cunho extensionista, atuou em grandes polos agropecuários do Brasil e ficou à frente de programas em veículos de alcance nacional. Segundo Rossetti, a escolha de seu nome se deu por sua trajetória na busca e difusão do conhecimento, desenvolvendo conteúdos jornalísticos sobre Boas Práticas Agropecuárias para harmonizar produção e meio ambiente, levando os conceitos da extensão rural para melhorar a renda e a qualidade de vida das famílias rurais. ”Tenho uma ligação muito forte com a CATI, inclusive minha primeira reportagem televisiva foi sobre café e realizada com o engenheiro agrônomo Thomaziello, da CATI. Mas a minha admiração pelo extensionismo vem desde menino, quando conheci o trabalho das Casas da Agricultura. Por isso, quando optei pelo jornalismo, quis trabalhar na área de agropecuária. Estou com 54 anos de idade e o trabalho dos técnicos da CATI me forjaram nestes 30 anos de carreira; por isso, esta homenagem recebida aqui me emociona muito. Tenho orgulho em fazer parte da história da CATI”, falou o jornalista, acrescentando: “No Brasil, temos ilhas de excelência na produção agropecuária, mas na média temos números ruins, que só poderão ser melhorados quando a extensão rural tiver mais apoio, investimentos e recursos”.


Entre os homenageados, a presença da extensionista Leonor Amstalden, assistente social de 94 anos, que iniciou seus trabalhos na Secretaria de Agricultura e Abastecimento, em 1952, emocionou os presentes, cuja maioria só a conhecia por relatos. “Decidimos homenageá-la por sua contribuição ao desenvolvimento de ações humanizadoras de extensão rural que levaram à integração das famílias rurais como protagonistas nos projetos e nas ações da Secretaria e da CATI”, explica Rossetti.

Em um depoimento emocionado, ela falou sobre a fase marcante do trabalho na instituição. “Eu considerava a CATI uma família. Comecei trabalhando na Casa da Agricultura e depois fui trabalhar na área de socioeconomia, dando aulas de relações humanas e liderança para a equipe de extensão rural, e cursos para os técnicos da Casas da Agricultura, sempre orientando para que o trabalho fosse realizado de maneira a atingir os pequenos produtores, para que adotassem práticas que trouxessem mais lucratividade em sua atividade agropecuária, mas de forma atenta ao bem-estar da família. Receber essa homenagem, após 38 anos de aposentadoria, foi uma surpresa muito grande e fiquei muito honrada pela lembrança. Quero deixar como mensagem para todos aqui, que considerem como foco nos trabalhos de assistência técnica e extensão rural, as pessoas, pois a partir delas o desenvolvimento se constrói”.


Valéria Gerbi, gerente da Cooperativa dos Produtores do Circuito das Águas (pertencente à esfera de atuação da CATI Regional Bragança Paulista), que foi ampliada e fortalecida com as ações do Projeto Microbacias II, foi homenageada por sua visão e dedicação ao cooperativismo centrado no bem comum e crescimento dos produtores cooperados, com agregação de valor à produção, geração de renda e emprego. “A minha parceria com a CATI vem de um bom tempo, desde quando eu era produtora de leite e frango caipira orgânico; depois, quando trabalhei usando minha formação em economia, com produtores da minha região e, agora, com o meu trabalho na Cooperativa, onde os técnicos nos auxiliam em tudo, desde a produção no campo à gestão administrativa, a qual nos levou a sair de cinco itens produzidos para os mais de 30 que temos atualmente. Participamos do Projeto Microbacias II que, acredito, tem como objetivos desenvolver o potencial comercial, as capacidades empresariais e gerenciais de associações e cooperativas, fortalecendo a unidade entre os produtores; posso dizer que, conosco, esses objetivos foram alcançados ao lado de um maior: o desenvolvimento social, mas de uma forma diferente da que eu pensava. Com o Projeto entendi que o social é imprescindível, mas o econômico tem que caminhar junto, e, hoje na Cooperativa alcançamos esse equilíbrio focando nas famílias e na produção sustentável com rentabilidade. Os técnicos da CATI nos mostraram que sonhar é bom, mas que devemos ter os pés no chão. Por isso, nesta comemoração de quase meio século de histórias, experiências, ensinamentos e aprendizados, quero dizer que a equipe da CATI é formada por amigos, que nos mostram que o agricultor familiar faz parte do desenvolvimento econômico do País”, testemunhou Valéria, fazendo ela, uma homenagem à instituição.


Valter Dezani, produtor de Floreal, município pertencente à esfera de atuação da CATI Regional General Salgado, foi homenageado representando os agricultores, cujo Dia nacional será comemorado em 29 de julho, por seu amor à terra, pela disposição em permanecer na atividade rural em meio às dificuldades, pela confiança na extensão rural paulista para a adoção das práticas recomendadas, que o tornaram exemplo em sua região, mostrando que cuidar do solo e da água é garantia de renda e qualidade de vida, além da porteira. “Em primeiro lugar, quero agradecer a Deus por poder participar desta comemoração. Minha relação com a CATI teve início na década de 1980, quando eu estava começando na agricultura; plantei algodão, mas a plantação foi prejudicada por uma chuva de granizo e fiquei sem saber o que fazer. Procurei a Casa da Agricultura e fui muito bem atendido. A partir daí, participei de muitos projetos, cursos, acessei crédito rural e, recentemente, o Projeto Integra SP, que foi excelente, pois eu estava perdendo uma grande área do sítio para a erosão. Também consegui apoio para o licenciamento ambiental. Só tenho a dizer que a CATI é grande parceira do agricultor”, comentou o produtor.


CATI: um pouco de história

A assistência técnica aos agricultores paulistas apresenta características específicas desde suas primeiras atividades, que remontam ao final do século XIX, em 1891, com a criação da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Esse modelo tinha características próprias porque não teve suas bases estabelecidas na filosofia extensionista exportada pelos Estados Unidos e amplamente difundida nos outros Estados brasileiros. Estudos mostram que, os primeiros serviços de Assistência Técnica no Estado de São Paulo eram regidos pela preocupação com o fomento agrícola e com a defesa das culturas ante às pragas que as danificavam. Era importante produzir, pois o objetivo primordial do Estado residia, justamente, na produção e no aumento da oferta de produtos agropecuários.

Em 1967, a Secretaria passa por uma grande reformulação, buscando maior eficiência na assistência direta ao agricultor. Promove a centralização de vários de seus Departamentos e Divisões em três Coordenadorias e duas empresas de economia mista. Pelo Decreto n.° 48.133, de 21 de junho de 1967, é criada a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI). A partir desse momento, as Casas da Lavoura passam a se chamar Casas da Agricultura.

O nome da instituição foi estabelecido expressando a nova diretriz da assistência técnica na época de sua criação: a Integral. “Nesse período, a assistência técnica aos produtores paulistas é realizada sob um enfoque sistêmico, ou seja, uma visão integral do trabalho prestado ao agricultor, com as funções de assistência técnica educacional, inspeção e classificação de produtos e insumos agrícolas, prestação de serviços de engenharia e mecânica da agricultura, defesa sanitária animal e vegetal, e fornecimento de bens de produção (sementes e mudas)”, esclarece Abelardo Gonçalves Pinto, engenheiro agrônomo da Divisão de Extensão Rural.

Ao longo de seus 49 anos, a CATI passou por várias reformulações. Em meados da década de 1990, em meio à necessidade de adequação ao novo reordenamento produtivo mundial, em que a produção não pode ser dissociada da conservação do meio ambiente, e que apenas o crescimento econômico não é sinônimo de desenvolvimento, a Instituição tem passado por uma transformação interna, que pode ser resumida em sua missão, definida nesse período: Promover o desenvolvimento rural sustentável por meio de programas e ações participativas, com envolvimento da comunidade, de entidades parceiras e de todos os segmentos dos negócios agrícolas.

A partir daí, as ações da Instituição ganharam um caráter mais centrado na extensão rural e uma nova filosofia estabelecida na formação de parcerias, englobando novos conceitos: Desenvolvimento Rural Sustentável, Agricultura Familiar, Agroecologia, Desenvolvimento Local e Qualidade de Vida. “Podemos dizer então, que a CATI é hoje uma Instituição pública adaptada aos conceitos do mundo moderno, trabalhando com uma visão de sistema participativo de toda sociedade”, ressalta o coordenador da CATI, José Carlos Rossetti, acrescentando: “temos um compromisso com o homem do campo, fazendo chegar até ele as tecnologias modernas, que possibilitam o aumento da produção e produtividade, além de fornecer sementes e mudas com garantia de origem genética a preços acessíveis”.

Com este pequeno resgate da história, demonstramos que a CATI é uma instituição que tem orgulho de seu passado e uma preocupação genuína com o futuro, por isso está sempre em movimento, atenta às transformações do meio rural face às novas demandas da sociedade e ciente de sua responsabilidade com os produtores paulistas.


O papel da CATI

Além de responsável pelo serviço de extensão rural em São Paulo, a instituição está envolvida na prestação de serviços para a comunidade da zona rural. A instituição detém um amplo banco de dados que contém informações sobre a produção agropecuária no Estado de São Paulo.

Os produtos da CATI, principalmente suas publicações técnicas e vídeos que contém informações sobre novas tecnologias agrícolas, são elaborados e apresentados em linguagem adequada ao entendimento do agricultor. Além disso, diversas atividades de campo e treinamento são realizadas pela sua equipe de profissionais.

Além da presença nas Casas da Agricultura, a CATI possui uma rede de profissionais prontos para prestar apoio técnico. Eles são responsáveis por prestar informação técnica e auxiliar na obtenção de crédito, seguro rural, transferência de tecnologia, planejamento da propriedade, elaboração de projetos de recuperação do solo, reflorestamento, adequação de estradas rurais, entre outros.

Ela está presente em quase todos os municípios paulistas, praticando extensão rural e prestando assistência técnica aos produtores de São Paulo, por meio de 594 Casas da Agricultura, 40 Escritórios de Desenvolvimento Rural e 21 Núcleos de Produção de Sementes e Mudas.

Na sede em Campinas estão localizados, além do gabinete do coordenador e suas áreas técnicas e administrativas, as unidades que apoiam e sustentam as atividades da instituição: Departamento de Comunicação e Treinamento (DCT), Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM), Divisão de Extensão Rural (Dextru) e Centro de Informações Agropecuárias (Ciagro).


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